1. França contra o casamento gay: “O Conselho Constitucional francês, um órgão de proteção constitucional das leis do país, divulgou, na sexta-feira, 28 de janeiro, sua resposta à chamada ‘Questão Prioritária de Constitucionalidade’ (QPC), criado por duas mulheres lésbicas, Corinne Cestino e Sophie Hasslauer, e estabeleceu que a atual proibição do casamento homossexual está conforme a Constituição vigente”.
2. Colômbia contra o casamento gay: “A Corte Constitucional da Colômbia não aceitou o pedido de modificar a definição legal do casamento e manteve a fórmula do Código Civil que só o reconhece entre “um homem e uma mulher”, noticiou a agência ACI”.
Os dois reveses sofridos pelo Gayzismo – ainda que provavelmente temporários – enchem-nos de alento. Ainda há um mínimo de bom senso no mundo. Ainda há os que se preocupem com a defesa legal da Família. Ainda há esperança…
Azeredo Gomes
Para ser sincero nunca tinha ouvido falar neles.
A verdade é que, você não pode se ater apenas a religião ou apenas a ciencia.
Se Deus criou apenas Adão e Eva, então somos frutos de um incesto? Pois os filhos deles tiveram que procriar com as suas irmãs.
A teoria do big ban também é super louca.
gente,
discutir com a Dona Sandra é o mesmo que discutir com o Ricardo,
só que um se declara ateu e a outra se diz “católica”.
ela nunca respopnde as perguntas feitas,
nunca mesmo!
e quando as responde, é de forma confusa, e fugindo do assunto com outro assunto, como só uma pessoa muito astuta pode fazer. ou muito doida mesmo!
entre ela e o ricardo não sei qual dos dois tem os argumentos mais idiotas.
Dona Sandra,
será que a Sra. teria a coragem de me dizer qual a sua paróquia? onde fica e qual o nome do seu pároco?
e antes que a sra. pergunte, eu já vou logo dizendo: é pra escrever pra ele mesmo.
ele precisa ser alertado sobre a catequista que ele tem.
isso é, se ele não sabem quem é a Sra, e que tipo de catequese dá.
e não, não pense que estou querendo persegui-la, não tenho intenção de fazer isso, é só pena das almas das crianças e jovens que a sra. vem envenenando ao longo dos tempos,com suas idéias nada católicas.
então, se puder Dona Sandra, me passa o e-mail dele também.
acho que se a sra. tem tanta certeza naquilo que faz, que não terá nada o que temer.
sabe, dona Sandra, eu também sou catequista, não por que mereço ser, mas por pura Graça de Deus…então, procuro fazer o que é certo e ensinar apenas e tão somente aquilo o que a Igreja ensina.
e apesar de ser pecador, não uso os meus pecados para ensinar o que não se deve, ao contrário, deles sempre me arrependo e me confesso…também não uso minhas opiniões pois em matéria de dotrina, de Verdade, não existem opiniões.
o que devemos crer e ensinar, é aquilo que nos foi, como catequistas, destinado a ser ensinado, ou seja, A Sã Doutrina da Salvação, e nada mais além disso!
e Sérgio, não é porquê os inumeráveis grupos pró-vida, não fazem campanha pela adoção de crianças por casais heterossexuais, que se tem algum problema quanto a isso, afinal, fazer campanha por aquilo que é óbvio é chover no molhado.
esse seu argumento é ridículo.
certas coisas aqui discutidas não são leis universais
Jorge, voce pode usar quantos sofismas quiser, tergiversar até não mais poder, agredir outrem de todas as maneiras, e não conseguirá que “Jesus Cristo é o filho de Deus” seja aceito universalmente, não seja nada mais que uma opinião dos cristãos.
Do mesmo modo, pode espernear à vontade que, para uma grande parcela da humanidade, o recolhimento da igreja católica a sua insignificante função religiosa como mais uma seita não faria com que o sal perdesse o sabor. Para alguns seria indiferente; outros, soltariam rojões.
A idéia de pegar um percentual de “pessoas na missa” / “habitantes do bairro” é tão idiota,
Pode continuar a tapar o sol com a peneira, meu caro. Todos estão começando a tomar conhecimento do falso número propagado pela igreja católica como a quantidade de católicos existentes e as consequencias estão começando a surgir.
Por que voce acha que os juízes do Tribunal em Brasília tomaram aquela medida sobre o barulho dos sinos? Voce acha, mesmo, que eles teriam uma tal atitude décadas atrás? Claro que não; quando os católicos eram maioria, não havia esse tipo de reclamação, por motivos óbvios.
Sinos pode ser bom para católicos ouvirem. Para os demais é uma barulheira horrível, um repicar constante nos tímpanos, um zoar intenso na cabeça.
Ainda bem que os católicos estão virando uma minoria – eles são mais que cabulosos.
Ah, sim, vamos ficar calados diante do pecado, porque, afinal, não podemos “julgar” as pessoas… blá-blá-blá.
Um padre agora não pode mais fazer uma homilia condenando o homossexualismo, vejam só! Ele estaria “exagerando no sal” se fizesse isso! Meu Deus, se um padre não puder anunciar aos seus fiéis aquilo que está explícito nas SAGRADAS ESCRITURAS, então o que ele pode fazer?
Ah, sim, essas são as brilhantes ideias da Sandra. “She is back”. Coloquem as crianças pra dentro! Fechem as portas de suas casas! Fechem as janelas!
Deus tenha piedade de nós.
Caro Cristiano,
boa explanação. Entendo que para os católicos as escrituras e o que chamam de Magistério da Igreja justificam tudo. Entretanto para quem não é católico não explicam nada.
Segundo dizem o Magistério é imutável mas o Homem e a Sociedade mudam a cada instante portanto percebe-se que se um elemento se altera cada vez com maior velocidade e outro permanece fixo a distância entre eles tende a aumentar.
Realmente cada vez mais raros serão os católicos verdadeiros, os que não são “relativistas” em nomenclatura do site. Apesar da imagem de “passar pela estreita porta” seja carregada de poesia mística na realidade a católica precisa de “muitos” e não apenas de “raros” para se manter operacional em escala mundial. Não é apenas uma questão espiritual, é uma questão real: menos seguidores significa menos dinheiro e menor influência política.
A palavra-chave de toda essa mudança é a informação. Quanto maior o acesso – posso usar a imagem “larga porta de informações” que a internet proporciona – menor a influência de ritos e religiões. Os países muçulmanos provavelmente passarão pelo mesmo processo no futuro, assim como os ditos evangélicos, me parece inevitável.
Talvez as pessoas possam decidir melhor em que pensar e no que acreditar tendo muitas possibilidades nas mãos e não apenas as pobremente enraizadas.
um abraço.
Sérgio,
A idéia é ruim porque existe um motivo para que os cônjuges e filhos (ou seja, a família) tenham alguns benefícios concedidos pelo Estado. Trata-se de um privilégio concedido à instituição familiar, uma vez que o Estado entende que esta instituição é a célula-mater da sociedade.
Entretanto, pleiteá-la é até aceitável. O que não é aceitável, sob nenhuma ótica, é a equiparação entre a dupla gay e a família.
Certamente atende mais aos interesses da criança ser privada da família à qual ela tem direito do que ser entregue a uma estrutura anti-natural como a dupla gay.
Não, mas não faz nenhuma diferença. Eu já disse que, se a dupla quer viver junta, que viva. O que é absurdo é toda a reformulação do ordenamento jurídico da sociedade, baseada na reivindicação dos homossexuais, ao arrepio da Lei Natural e destituída de qualquer critério objetivo que a justifique racionalmente.
Abraços,
Jorge
Ricardo,
E ninguém nunca pretendeu que “seja aceito universalmente”. A tua imensa idiotice aqui (que ou é uma doença intelectual gravíssima ou é mau-caratismo mesmo) é dizer que tudo aquilo que “não seja aceito universalmente” é “nada mais que uma opinião”.
Obviamente tu não conheces a passagem bíblica nem empregaste o mínimo esforço para entender a metáfora utilizada. O sal aqui é a Igreja. Na tua frase, ele não faz nenhum sentido.
Quem divulga o número de católicos é o IBGE, e não a Igreja.
Porque, como eu já cansei de repetir aqui, vivemos em uma situação de perseguição religiosa cada vez mais explícita. Não há nada de extraordinário em que um estado anti-clerical persiga a Igreja.
Nós nunca nos incomodamos em sermos minoria. Quem gosta de ibope é o mundo. No início, éramos Doze.
-Jorge
Não recomendo assistir o desenhozinho do Gustavo, só vai servir para aumentar o número de views dele no Youtube.
O vídeo cita um monte de fatos sem sentido, mas cita em grande número, para dar a impressão de que é bem feito.
Os pontos do vídeo são os seguintes
1) Ataca os cristãos e insinua que nós não gostamos de ciência
R – Esqueceu que foi a Igreja que criou e fomentou o conceito de universidade. Esqueceu que, entre dezenas de civilizações, foi a civilização cristã que floresceu em ciência, economia e arte.
Recomendo o livro “Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental”. Tem uns vídeos do autor do livro no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=kE1sXe2EKkY
2) Fala que sodomia é natural pois ocorre na natureza
R – O vídeo apenas listou um monte de animais em que isso supostamente ocorre, para impressionar. Não disse a porcentagem de indivíduos afetados em cada espécie e nem a porcentagem de espécies afetadas.
E, o mais importante: certos animais comem os próprios filhos. Outros praticam incesto. Eu não recomendo imitar o comportamento sexual do seu cachorro.
Lei natural NÃO É imitar os animais. O vídeo se aproveita da desinformação das pessoas (quanto à lei natural) para confundi-las. Simplesmente desonesto.
3) Falou que o homossexualismo é causado por genética e por problemas durante a gravidez
R – As pesquisas sobre a causa biológica dos desejos homossexuais vão e vem – a cada hora, surge uma pesquisa nova que desmente a pesquisa anterior. Não se pode pegar duas pesquisas quaisquer e apresentar como “explicação” da homossexualidade.
E o mais importante – qual é a relevância disso?
Qualquer que seja a causa dos desejos por sodomia, é o ATO que é pecaminoso, e a causa última dos atos humanos é o livre arbítrio humano – todos nós temos uma escolha, e ter escolha nos faz humanos.
Se algum cientista provasse que os desejos incestuosos têm causa genética, a prática incestuosa se tornaria certa?
4) Fala que “orientação” não é escolha e não há cura.
R – Isso é uma sutil mudança de assunto. O essencial não é curar os desejos homossexuais; o mais importante é ajudar a pessoa a parar de praticar a sodomia. Entre as pessoas que abandonam essa prática, algumas se casam e constituem família, e outras permanecem em celibato – ambas as alternativas são saudáveis.
5) Cita a APA e muitas outras associações profissionais que dizem que homossexualismo não é doença
R – E será que cada uma dessas organizações fez uma investigação independente, ou todas se baseiam no DSM? Dessa maneira, citar um grande número de associações profissionais só serve para impressionar.
O homossexualismo foi tirado do DSM em 1973 (naquela década doentia, ápice da revolta e da contra-cultura; e no mesmo ano da liberação do aborto nos EUA), e há muitas críticas contra tal retirada.
R2 – A ciência por si só não diz nada sobre moral. É impossível demonstrar cientificamente que estupro é errado, por exemplo.
Portanto, a presença ou não de homossexualismo no DSM reflete não apenas resultados empíricos/científicos, mas os valores morais dos pesquisadores.
Muitas pessoas, na sua ignorância, acham que a busca do conhecimento se restringe à ciência (empiricismo), e o resto é superstição.
Elas não sabem que a busca do conhecimento se divide em várias áreas – ciência, matemática, lógica, filosofia (que se subdivide em moral/ética, estética, etc.). A ciência empírica pode até fornecer dados úteis para os argumentos morais, mas nunca substituí-los. Provar cientificamente que uma atitude humana é certa ou errada é tão impossível quanto provar cientificamente que existem números reais transcendentes
Confiar num psicólogo para dizer se sodomia é moralmente correta é como confiar num cientista militar para dizer se invadir o Uruguai é moralmente correto.
Nós nunca nos incomodamos em sermos minoria. Quem gosta de ibope é o mundo
Eh, eh, fala sério…!
Está ficando facílimo; como uma torrente, uma avalanche, não dá para a igreja católica segurar.
Mais um:
http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5649902
Deve ter mais, e vai surgir muito mais, aguardem.
“Azeredo Gomes”?Tá com medo de dizer meu nome, gustavo?Qual o problema?kkkk.Gustavo, seu home movie sugere que a luz da ciência nós, católicos fiéis ao evangelho, devemos aceitar o homossexualismo.Olha, Gustavo, me poupe.Até onde eu sei, quando um casal gera um filho, o médico diz que ele é menino ou menina, nunca homossexual.Então, meu caro, tudo isso é conversa fiada.
Leniéverson Azeredo Gomes says:
8 February 2011 at 7:42 pm
“Azeredo Gomes”?Tá com medo de dizer meu nome, gustavo?Qual o problema?kkkk.Gustavo, seu home movie sugere que a luz da ciência nós, católicos fiéis ao evangelho, devemos aceitar o homossexualismo.Olha, Gustavo, me poupe.Até onde eu sei, quando um casal gera um filho, o médico diz que ele é menino ou menina, nunca homossexual.Então, meu caro, tudo isso é conversa fiada
O que eu falo é que os catolicos devem aceitar a existencia do homossexualismo, mas tem todo o direito de não concordar com a pratica sexual.
Quando uma criança nasce a primeira coisa que o medico repara é no genero, que é algo facil de identificar. Nem precisa ser medico pra dizer se é menino ou menina.
Teria que ser um vidente pra olhar pra um rescem nascido e dizer:é homossexual, heterossexual, transexual, bissexual, pansseual, metrossexual, assexuado e …
Ricardo, li o link que você me mandou, bem de fato ele cita “centenas de estudos” sem dizer que estudos são esses e seus autores. A unica exceção é o estudo do doutor lá que o autor do texto se limita a simplesmente exibir números, sem dar ao leitor a fonte desde números, onde e como encontra-los. Francamente minha vivência acadêmica me ensinou que com estatística você prova o que você quiser, por isso é sempre necessário saber os métodos e técnicas utilizados para se obter determinado dado.
Agora uma coisa que tem me dado uma dor toda vez que eu leio é o uso da palavra “natural” ou “lei natural”, ou “ordenamento natural”. Por favor, não existe Direito fundado na natureza, o Direito não existe por si só. O direito é fruto da sociedade, da cultura humana, dos acordos firmados entre os indivíduos. Só há Direito por que existe vida em coletividade. E na grande maioria das vezes as ações socialmente orientadas vão contra princípios naturais básicos, vide o harakiri (suicídio) dos samurais, cometido em nome de sua honra. Ou mesmo o jejum feito por motivos religiosos, penitências e etc. Agora claro, como muitos daqui pegam sua definição do que natural e do que não é a partir de um dogma religioso e incontestável, fica difícil discutir com este tipo argumento.
Por fim, não queiram comparar a questão da união civil homoafetiva, com amigos que vivem juntos, e coisas do tipo, são coisas completamente diferentes. O casal seja homossexual ou heterossexual, caracteriza-se pela questão erótica, monogâmica e sentimental que compartilham entre si, o que os levam a compartilhar uma vida a dois, construindo fortes laços de interdependência. Estas características não estão presentes em colegas que dividem apartamentos, amigos e etc, há uma diferença gritante entre as duas situações. Por tanto não tem nada de direitos extras, esta ideia, que por sinal, de direitos extras, baseia-se em uma concepção de direito natural fundado em dogma religioso.
“O casal seja homossexual ou heterossexual, caracteriza-se pela questão erótica, monogâmica e sentimental que compartilham entre si, o que os levam a compartilhar uma vida a dois, construindo fortes laços de interdependência”
Sua opinião que aliás, segundo seus critérios, não deveria valer mais do que aquela que você critica. Sua definição é incorreta e não leva em conta a geração e criação dos filhos, o que não se dá com duplas homossexuais que precisam usar uma mulher para ter um filho, aliás eticamente isso é muito errado, só quem perdeu o juízo pode defender uma coisa dessas.
Eu já disse e o Jorge também: os homossexuais são livres para morar juntos, realizarem suas imundices etc, mas não queiram distorcer o conceito de casamento, só isso. Se já não basta o fato de fazerem porquices, ainda querem destruir a ética, especialmente a cristã.
Bem disse o Jorge: “Triste do homem que tem por norma moral a legislação positiva!” aliás triste e patético porque é alguém sem nenhuma referência sólida, só se baseia na onda do momento, agora a modinha é lutar contra preconceitos, homofobia etc, é o novo totalitarismo surgindo aos nossos olhos e ganhando adeptos, não duvido que a lei da mordaça gay não condene esse site por heresia homofóbica, aliás não só o site, o autor também e se bobear os comentaristas também.
“baseia-se em uma concepção de direito natural fundado em dogma religioso.”
Isso é você que está dizendo, eu não citei um dogma católico ou de qualquer outra religião, isso é um espantalho da sua parte, o fato de um homem e uma mulher gerar um filho independe de religião que eu saiba e dizer que a função do casamento é a manutenção e geração da prole é algo naturalíssimo, baseado na natureza, naquilo que simplesmente nos gerou, eu pelo menos venho da barriga de uma mulher, no caso minha mãe, imagino que você também. O fato de PODER haver outras configurações familiares (como de fato existiu e existe na história da humanidade) não implica que as mesmas sejam corretas, assim como o fato de poder haver alguém que se delicie com o estupro de um bebê não implique que o mesmo seja correto. Não diferenciar o poder-ser do dever-ser é um erro básico no campo da ética, sendo que o dever-ser é frustrável como podemos observar na realidade (bem eloquente o exemplo do bebê), não existe dogma religioso nessa concepção.
Rafael ,
Olha eu ainda estou aprendendo essa parte, talvez não tenha me expressado da melhor forma, creio que o livro “Sociologia e Ética Fundamental” do Mário Ferreira dos Santos explique melhor os fundamentos éticos as quais me refiro sem apelar a dogmas e religiões, não que isso seja um demérito, mas é evidente que não podemos tomá-los como premissas quando discutimos com quem não tem fé.
Rafael,
““O casal seja homossexual ou heterossexual, caracteriza-se pela questão erótica, monogâmica e sentimental que compartilham entre si, o que os levam a compartilhar uma vida a dois, construindo fortes laços de interdependência””
E por que dois amigos que não façam sexo entre si não pode ter exatamente essa mesma caracterização?
Além disso, a doutrina (filosófica e não religiosa) do direito natural pode ser melhor defendida do que a do positivismo jurídico e não depende de religião. Leia, por exemplo, a “Ética a Nicômano”, de Aristóteles.
lucio
Nunca escondi qual Paróquia que frequento.
Já convidei até alguns que são de São Paulo para ir na minha Paróquia para conhecer nosso trabalho.
Voce pode escrever para Dom Edmar Peron como Vigário Geral e Vigário Episcopal da Região Belém que é o nosso responsável.
Sandra Nunes
Meus caros,
primeiramente digo que sou heterossexual, casada, com dois filhos e servidora pública. Fui criada dentro da moral católica, mas hoje sou espírita e, apesar de os católicos não aceitarem, considero-me cristã. Agora, se me permitem, darei minha opinião sobre alguns dos pontos aqui discutidos.
i) Alguns que se colocaram contra o casamento gay e reconhecimento de direitos, argumentaram no sentido de que, se um amigo que divide o apartamento com outro não pode ser incluído no plano de saúde daquele ou se duas velhinhas solteironas que moram juntas não têm direito à pensão por morte quando a outra se vai, assim também os gays não deveriam possuir tais direitos. A comparação, porém, parece-me inválida. Digo o porquê. A união de um casal gay é baseada no amor (existem exceções, claro, assim como estas existem entre heterossexuais), amor que deseja dividir a vida, formar uma família, com ou sem filhos (adotados), ser uma só carne, assim como o querem os casais enamorados (homem e mulher) que ficam noivos. O que existe em muitas pessoas é a ausência de capacidade de considerar que uma pessoa possa amar dessa maneira alguém do mesmo sexo. Muita gente só enxerga o homossexualismo como promiscuidade. Tanto que muitos perguntaram pq os direitos devem ser baseados no sexo. Não é só sexo, é amor de casal, amor de quem quer partilhar a vida. Para quem é heterossexual é mesmo difícil de entender e de se colocar no lugar da pessoa, pq para mim também o é. Mas, sinceramente, acho que o desejo de possuir os mesmos direitos de que gozam um casal heterossexual é perfeitamente compreensível. Não sei dizer quanto à adoção de crianças, acho que só o tempo dirá se isso é bom ou não. Confesso que não me sinto apta a formar uma opinião sobre esse último ponto.
ii) A Sandra falou bem quando disse “deixemos os outros viverem”. Também acho que temos o dever de evangelizar como cristãos, mas devemos respeitar o pensamentos de todos. Se estivermos errados, prestaremos conta cedo ou tarde, isso sim, a meu ver, é o que se pode chamar de LEI UNIVERSAL. Lembremos da passagem do Evangelho de Jesus quando Este intrui seus apóstolos para pregarem a boa nova: “Quando entrardes numa casa, ficai nela até irdes embora. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, ao sairdes de lá, sacudi a poeira dos pés em testemunho contra eles”. Em momento algum, Jesus disse para os apóstolos insistirem, amaldiçoarem as pessoas, tampouco ter qualquer atitude hostil ou desrespeitosa, mas tão somente um gesto simbólico em testemunho de sacudir a poeira dos pés. Pra que tanta imposição, gente?
iii) por fim, quem quiser me responder, peço fazê-lo com respeito, pois assim procurarei tratar a todos sempre que decidir me manifestar por aqui.
Abraços.
O que eu tinha dito sobre as críticas à remoção de homossexualismo do DSM:
http://www.lifesitenews.com/news/archive/ldn/2009/aug/09081407
Agora respondendo ao Rafael:
As que cresceram em tamanho, economia, conhecimento e respeito a direitos humanos.
Pode ter mudado em aspectos secundários, como a importância dos avós. Mas permaneceu o elemento fundamental da união entre um homem e uma mulher, que geram filhos e são os responsáveis últimos por sua criação.
1) O cristianismo também aceita debate e confrontação. Aliás isso acontece nesse exato blog. E a tua vontade é excluir o cristianismo do meio político, impedindo que o cristianismo sujeite as ideologias atéias a debate e confrontação. Hipocrisia extrema.
Além disso, você já tentou debater sobre o MST com um militante marxista? Geralmente o marxista logo perde a civilidade, pois ele tem uma visão preto-e-branco que divide o mundo entre opressores e oprimidos. O MST é oprimido. Logo, quem critica o MST é um fdp que está do lado dos opressores.
Aliás, já ouviu falar no dogma da infalibilidade de Lênin?
E mesmo assim você não defende a exclusão do marxismo da vida pública. Hipocrisia de novo.
2) Geralmente os católicos usam a lei natural, e não a revelação divina, para fazer argumentação política.
3) E se fizermos uma argumentação sobrenatural, por que ela seria inaceitável a priori? O Estado por acaso decide quais visões de mundo são válidas?
A minha concepção de democracia neutra é que a constituição garante os direitos humanos, define as instituições do governo, limita o seu escopo, e evita que um grupo exclua permanentemente os outros do poder. Nesses termos, o povo elege seus representantes, e estes tomam decisões conforme suas respectivas ideologias, inclusive religiosas.
Ou seja: a sua argumentação é inválida por 3 motivos independentes.
O princípio da infalibilidade papal diz apenas que o Papa, quando faz uma declaração doutrinal ex-cathedra, segue sempre o Magistério da Igreja. Assim como os concílios ecumênicos seguem sempre o Magistério. Ou seja, o Papa é porta-voz; quem ouve uma declaração ex-cathedra do Papa ouve a mensagem da Igreja.
Mas você não precisa acreditar nessa mensagem se não quiser!
E por essa lógica, o cristianismo e outras crenças devem poder participar da vida pública.
Absolutamente errado. Uma coisa é o vizinho ir morar junto com outro homem. Outra coisa é o Estado oferecer proteção legal (inclusive a possibilidade de adotar crianças) ao “casamento gay”.
E “matrimônio”, no meu dicionário, significa união entre um homem e uma mulher.
Ou seja, o artigo XVI diz que cada homem adulto pode se casar com a mulher adulta que ele escolher (se ela aceitar), sem restrição de raça, nacionalidade ou religião.
Se qualquer grupo ideológico pode redefinir a palavra “matrimônio” e interpretar o artigo XVI à luz da nova definição, então um defensor da poligamia poderia alegar que o artigo XVI defende o “casamento polígamo”! Isso é absurdo. Logo a premissa está errada.
Obs: o “matri” de “matrimônio” vem de “mater”, que significa “mãe”. Isso não faz sentido para uma dupla de homens gays. Logo o “casamento gay” deveria se chamar gaymônio.
Rodrigo
a)Pela sua lógica um casal que opte por não ter filhos, ou que um deles seja infertil, não poderá ser considerado um casal. Ja que pra você a definição de casal leva em consideração a criação de filhos.
A sua definição de casal é preconceituosa.
Gustavo,
A família ideal sim. É a mesma coisa de eu dizer que o normal é que tenhamos dois braços, isso não significa que eu esteja discriminando quem não tenha um. É só uma constatação evidente, a não ser se eu zombasse de alguém com essa privação, mas não é o caso aqui.
Mariana diz:
Mariana, primeiramente eu faço o coro de que espiritismo e cristianismo são substâncias ideológicas imiscíveis (que não se misturam), pois o cristinismo prega a ressurreição e o espiritismo a reencarnação, por aí já começa o problema.Em segundo lugar, vc diz ter sido criada numa moral católica, mas vem a pergunta: Porque vc saiu e passou para o espitismo?Falta de fé, questionamentos sobre a mesma, divergência com a doutrina, visão estereotipada da Igreja Católica, etc?Isso você não especificou.Talvez seja por isso, que seja natural, vc concordar com a Sandra, com o Benjamim, com o Gustavo e o Ricardo.Independente de quem seja, são pessoas notadamente embebidas pela falta de entendimento cristãos, embora uma, afirme ser catequista há 30 anos.Mas que catequese é essa?Que a apoia o modernismo, o secularismo e que consideremos os efeitos do capitalismo interessante?É como se nós católicos não podemos contra eles, que junntemos a eles.Não, isso não existe.Se seguirmos essa linha, temos que aceitar o uso de drogas, os bingos, que homem bata em mulher e vice-versa, a corrupção, o nepotismo, o pagamento de propina, etc.Não é possível aceitar isso.O mundo que devemos deixar como legado as próximas gerações tem de ser carregados de valores eternos e não valores relativistas como diria o Santo Padre, Bento XVI.
Sra. Mariana,
A Senhora apoia a Sandra dizendo que devemos respeitar o pensamento de todos. Mas então por que vocês não respeitam o nosso pensamento contra o casamento gay e a adoção de crianças por um casal sodomita?
É o movimento gay que quer criminalizar a manifestação do pensamento, através do tal PlC 122. Quem considera a relação homossexual uma coisa errada não poderá dar a sua opinião, porque com a aprovação desse projeto maldito os gays ficarão acima da crítica. Formarão uma casta privilegiada e intocada, como existe na Índia. Você pode criticar qualquer comportamento sexual (inclusive o heterossexualismo). Só não pode criticar o homossexualismo porque esta imundície passa a ser uma coisa sagrada. Com o pretexto de combater a inexistente homofobia, a lei se torna heterofóbica.
É esse absurdo que querem impingir à sociedade! É isso que nós combatemos.
Outra coisa: a senhora diz que a relação gay é baseada no amor, e por isso não serviriam as outras comparações. A Senhora está completamente errada. A relação homossexual é baseada exclusivamente no sexo. Não existe amor entre gays. Amar o outro é querer o bem do outro. Ninguém pode querer o bem do outro praticando objetivamente um mal (um ato antinatural e de si repugnante) com esse outro.
Se aceitarmos que um homossexual “ama” o outro, deveremos admitir também que um pedófilo “ama” a criancinha, que um zoofilista “ama” o animal e que um necrofilista “ama” o cadáver. E por que seria criticável a conduta destes e não se poderia criticar a conduta daqueles?
Jorge Ferraz disse: “… No início, éramos Doze.”
Sim, Doze. Curávamos todo tipo de doenças: lepra, hemorroíssa, paralisias, cegueiras, possessões demoníacas, surdez, mudez, ressucitávamos os mortos. Jesus curava até por procuração. Nem era necessário conhecê-Lo, bastava que seu responsável tivesse fé.
Nunca curamos homossexuais.
Hoje somos milhões e só queremos curar os homossexuais. Para outro tipo de “doença” chamamos médicos, na sua imensa maioria ateus.
Tempos bons aqueles…
E o que é que isso tem a ver com o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
Mariana
O problema que eu acho que o amigo, nesse caso, é “amigo” digo MUITO AMIGO.
Pois so tem o direito reconhecido aqueles que VIVEM em UNIÃO ESTÁVEL ( hetero ou homossexual )
Tem gente que chama de companheira, patroa, dona da pensão, ( pode passar para o masculino )tem gente que chama de amigo, fazer o que né?
Eu tive uma conhecida que tinha um “sócio” depois descobrimos que ele era um grande empreendedor, pois tinha a matriz e ela era filial na tal sociedade.
Cada um dá o nome que quer.
Jorge Morais
Acredito que o Papa não erra.
Mas para alguns dos debatedores Papa Paulo VI ERROU com o CVII, pois não o aceitam até hoje.
E João Paulo II excomungou o Lefebvre e tem gente querendo “anular” a decisão e “reintegra-lo”
Cada uma…
Ao contrário, meu caro. Ao longo do tempo curamos incontáveis homossexuais, adúlteros, fornicadores, prostitutas, ladrões, assassinos, e toda sorte de doenças morais (que são sempre mais graves do que as doenças do corpo).
E continuamos querendo curar a todos. O “vai e não tornes a pecar” de Nosso Senhor é sempre atual.
O problema é que, hoje, alguns não querem reconhecer que precisam ser curados. Alguns querem que os seus vícios recebam chancela legal, que sejam exaltados como valores perfeitamente normais.
Sim, bons tempos aqueles, em que a palavra de Deus era colocada acima do amor ao baixo ventre…
Ué, tem a ver que, não importa o quanto sejamos poucos, continuaremos transmitindo aquilo que de nossos antepassados na Fé recebemos.
E, ainda que o mundo “vire gay”, a Igreja continuará sendo o único lugar onde todos poderão ser plenamente humanos.
Abraços,
Jorge
Mariana
Você afirmou: “A união de um casal gay é baseada no amor (existem exceções, claro, sim como estas existem entre heterossexuais), amor que deseja dividir a vida, ”
Que amor não deseja dividir a vida? Na verdade, o próprio do amor não é dividir a vida, mas dá-la inteiramente até o ponto de gerar mais vida!
“formar uma família, com ou sem filhos (adotados)”
Por que não posso fazer isso com meu irmão ou com um amigo?
“ser uma só carne, assim como o querem os casais enamorados (homem e mulher) que ficam noivos”
Pois é, isso eu não vou fazer com um amigo ou meu irmão. Logo, novamente só sobrou o sexo como fonte originária de direitos!
“Ao longo do tempo curamos incontáveis homossexuais…”
Cite alguns, Jorge. Mas cite os que passaram a desejar o sexo oposto com o mesmo “fervor” que os heterossexuais desejam. Senão não é cura. É só repressão.
Bee,
Por que esta condição absurda? Então as únicas prostitutas curadas são as que viram monjas reclusas, caso contrário são reprimidas? Os únicos ladrões curados são os que vivem a dar tudo o que possuem aos pobres, sob pena de ser “só repressão”? Os únicos assassinos curados são os que passam a ressuscitar pessoas em nome de Cristo?
O adúltero não precisa canalizar todos os seus desejos para a esposa, desprezando por completo todas as outras mulheres do mundo – basta que ele deixe de adulterar. O ladrão não precisa abandonar por completo o desejo por bens materiais – basta que ele deixe de roubar. Da mesma forma, o homossexual não precisa “perder” os seus desejos fixos por pessoas do mesmo sexo (nem muito menos “passar a gostar” de alguém do sexo oposto); basta que ele não cometa atos homossexuais.
Abraços,
Jorge